Agenda de Indicadores:
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Balanços:
8:30 – USA – 3M
18:01 – USA – Netflix
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
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PBR
ITUB
BBD
BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 
MINDOLG2026
Segundo o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), cerca de 600 mil credores do Banco Master já solicitaram o ressarcimento dos valores cobertos pela garantia. Desse total, aproximadamente 400 mil finalizaram todo o processo de solicitação e estão aptos a receber os pagamentos, que começaram a ser liberados nesta segunda-feira (19).
O FGC estima que até 800 mil credores têm direito ao ressarcimento, com um valor total que pode ultrapassar R$ 40 bilhões. O processo segue em andamento para os demais credores que ainda não concluíram a solicitação da garantia.
Estados Unidos

Os índices futuros de Nova York —
USA500,
USATEC,
USARUS e
USAIND — registram mais um dia de forte queda, pressionados pelo aumento das incertezas geopolíticas e comerciais ligadas à estratégia tarifária do presidente dos EUA, Donald Trump.
No front jurídico, o governo americano sinalizou que não pretende recuar de sua política comercial mesmo diante de uma eventual derrota na Suprema Corte. O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou que a Casa Branca planeja substituir imediatamente quaisquer tarifas que venham a ser derrubadas pelo tribunal por novos tributos, utilizando outros instrumentos legais disponíveis.
Embora Greer tenha demonstrado confiança em uma decisão favorável sobre o uso da lei de emergência de 1977, que sustenta grande parte das tarifas atualmente em vigor, ele ressaltou que o presidente dispõe de múltiplas alternativas jurídicas para manter as tarifas como pilar central da política comercial. Segundo Greer, caso necessário, o governo estaria pronto para agir “já no dia seguinte” à decisão da Corte.
A Suprema Corte dos EUA pode se pronunciar sobre o tema ainda nesta terça-feira ou nos próximos dias. O julgamento é visto como um teste crucial dos limites do poder presidencial, colocando em xeque a autoridade do Executivo para impor tarifas de forma unilateral — uma prerrogativa que vem sendo questionada inclusive por parlamentares republicanos.
Além da disputa tarifária, o mercado acompanha com atenção o chamado caso Lisa Cook, que envolve a possibilidade de afastamento da diretora do Federal Reserve. A expectativa é saber se os juízes irão preservar a independência da autoridade monetária frente à pressão política ou abrir espaço para interferência do Executivo.
O presidente do Fed, Jerome Powell, deve participar dos argumentos orais na Suprema Corte nesta quarta-feira (21), em um episódio que adiciona mais um elemento de incerteza ao ambiente já deteriorado para os ativos de risco globais.
Europa

As ações europeias —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — despencam nesta terça-feira, atingindo o menor nível em quase duas semanas, à medida que cresce a aversão ao risco diante das ameaças tarifárias do presidente dos EUA, Donald Trump, que voltaram a colocar a Groenlândia no centro das tensões geopolíticas e comerciais.
Trump reiterou que pretende implementar, a partir de 1º de fevereiro, uma onda de tarifas progressivas contra oito países europeus, condicionando qualquer recuo à autorização para que os Estados Unidos adquiram a Groenlândia. A retórica elevou os temores de uma nova escalada na guerra comercial, minando o otimismo que marcou o início do mês nos mercados da região.
O tema ganha ainda mais relevância nesta semana, com líderes políticos e empresariais reunidos em Davos, durante o Fórum Econômico Mundial, onde investidores acompanham atentamente qualquer sinalização sobre política econômica, comércio internacional e riscos geopolíticos.
Em paralelo, a atenção do mercado também se volta para os Estados Unidos, onde a Suprema Corte deve julgar a legalidade das tarifas impostas por Trump ainda nesta terça-feira.
No noticiário corporativo, as ações da Renault Group subiram 1,2% após a montadora francesa informar um crescimento de 3,2% no volume de vendas em 2025. Já no setor de luxo, a LVMH recuou 2,2%, pressionada pelas declarações de Trump, que ameaçou impor uma tarifa de até 200% sobre vinhos e champanhes franceses como forma de pressionar o presidente Emmanuel Macron a aderir à sua iniciativa no Conselho da Paz.
Entre os indicadores econômicos, dados recentes apontaram para um enfraquecimento do mercado de trabalho britânico. Bem visto pelos traders, a desaceleração do crescimento salarial, reduz a pressão inflacionária e abre espaço para uma postura mais flexível do Banco da Inglaterra, atualmente cauteloso com a persistência da inflação.
No cenário macro, a Fitch Ratings estima que a imposição de tarifas adicionais de 10% pelos Estados Unidos poderia reduzir o PIB da Zona do Euro em cerca de 0,5% até 2027. Caso as tarifas avancem para 25%, o impacto seria aproximadamente o dobro. A Alemanha aparece como a economia mais vulnerável, com uma perda estimada entre 0,8% e 0,9% do PIB já no próximo ano.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram esta terça-feira majoritariamente em queda, pressionados pela combinação de incertezas geopolíticas e comerciais entre Estados Unidos e União Europeia, pelo aperto regulatório contra a especulação no mercado acionário chinês e pela convocação de eleições antecipadas no Japão, que reacendeu preocupações fiscais.
Na China, todos os principais índices acionários — Shenzhen
399001, Hang Seng
HSI, China A50
XIN9 e Shanghai
000001 — fecharam no campo negativo. O movimento ocorre após o regulador do mercado de capitais multar um trader em quase US$ 12 bilhões por manipulação de mercado e impor uma proibição de negociação por três anos, em mais um capítulo da ofensiva contra práticas irregulares.
Ao longo da última semana, as bolsas de Xangai e Shenzhen intensificaram a fiscalização, adotando medidas contra centenas de operações consideradas anormais, incluindo manipulação de preços e uso de ordens falsas. Além disso, diversas empresas listadas passaram a ser investigadas por divulgação potencialmente enganosa de informações.
As ações refletem a tentativa dos reguladores de conter o ritmo acelerado de valorização do mercado, após volumes de negociação em Xangai atingirem o maior patamar em uma década. Na semana passada, a China também endureceu as regras para financiamento via margem, reforçando o viés de contenção.
No campo da política monetária, o PBoC manteve inalteradas as taxas de referência para empréstimos (LPR) de 1 ano em 3,0% e 5 anos em 3,5%, como amplamente esperado. Este foi o oitavo mês consecutivo sem alterações.
No Japão, o índice Nikkei
NI225 recuou 1,1%, enquanto os juros de longo prazo atingiram novas máximas históricas, em meio à crescente apreensão com a deterioração fiscal e o anúncio de eleições antecipadas.
Após dias de especulação, a primeira-ministra Sanae Takaichi confirmou na segunda-feira a convocação de eleições gerais para 8 de fevereiro. Entre as propostas anunciadas, está a suspensão por dois anos do imposto nacional de 8% sobre alimentos, medida que pode reduzir a arrecadação anual do governo em cerca de US$ 32 bilhões.
O impacto foi imediato no mercado de renda fixa. Os rendimentos dos títulos do governo japonês (JGBs) de 30 anos dispararam mais de 30 pontos-base, a maior alta diária desde abril do ano passado, aproximando-se do patamar inédito de 4%.

Na madrugada, o apetite pelos papéis japoneses foi testado em um leilão do Ministério das Finanças, que ofertou cerca de 800 bilhões de ienes em títulos com vencimento em 20 anos. A relação demanda/oferta caiu para 3,19, ante 4,1 no leilão de dezembro, sinalizando menor interesse dos investidores.
Após o leilão, os preços dos títulos aceleraram as quedas, empurrando os rendimentos para níveis históricos. O JGB de 10 anos atingiu 2,35%, maior patamar desde fevereiro de 1999, enquanto o título de 40 anos subiu 26 pontos-base, alcançando o recorde de 4,205%.
Nos demais mercados da região, o Kospi
KOSPI da Coreia do Sul recuou 0,4%, após renovar recorde na sessão anterior. Já o ASX
XJO da Austrália caiu 0,66%, pressionado principalmente pelos setores financeiro e de mineração. Na contramão, o TWSE 50
TW50, de Taiwan, conseguiu fechar em alta, sustentado pelo desempenho positivo das ações da TSMC.
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Balanços:
8:30 – USA – 3M
18:01 – USA – Netflix
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Segundo o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), cerca de 600 mil credores do Banco Master já solicitaram o ressarcimento dos valores cobertos pela garantia. Desse total, aproximadamente 400 mil finalizaram todo o processo de solicitação e estão aptos a receber os pagamentos, que começaram a ser liberados nesta segunda-feira (19).
O FGC estima que até 800 mil credores têm direito ao ressarcimento, com um valor total que pode ultrapassar R$ 40 bilhões. O processo segue em andamento para os demais credores que ainda não concluíram a solicitação da garantia.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York —
No front jurídico, o governo americano sinalizou que não pretende recuar de sua política comercial mesmo diante de uma eventual derrota na Suprema Corte. O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou que a Casa Branca planeja substituir imediatamente quaisquer tarifas que venham a ser derrubadas pelo tribunal por novos tributos, utilizando outros instrumentos legais disponíveis.
Embora Greer tenha demonstrado confiança em uma decisão favorável sobre o uso da lei de emergência de 1977, que sustenta grande parte das tarifas atualmente em vigor, ele ressaltou que o presidente dispõe de múltiplas alternativas jurídicas para manter as tarifas como pilar central da política comercial. Segundo Greer, caso necessário, o governo estaria pronto para agir “já no dia seguinte” à decisão da Corte.
A Suprema Corte dos EUA pode se pronunciar sobre o tema ainda nesta terça-feira ou nos próximos dias. O julgamento é visto como um teste crucial dos limites do poder presidencial, colocando em xeque a autoridade do Executivo para impor tarifas de forma unilateral — uma prerrogativa que vem sendo questionada inclusive por parlamentares republicanos.
Além da disputa tarifária, o mercado acompanha com atenção o chamado caso Lisa Cook, que envolve a possibilidade de afastamento da diretora do Federal Reserve. A expectativa é saber se os juízes irão preservar a independência da autoridade monetária frente à pressão política ou abrir espaço para interferência do Executivo.
O presidente do Fed, Jerome Powell, deve participar dos argumentos orais na Suprema Corte nesta quarta-feira (21), em um episódio que adiciona mais um elemento de incerteza ao ambiente já deteriorado para os ativos de risco globais.
Europa
As ações europeias —
Trump reiterou que pretende implementar, a partir de 1º de fevereiro, uma onda de tarifas progressivas contra oito países europeus, condicionando qualquer recuo à autorização para que os Estados Unidos adquiram a Groenlândia. A retórica elevou os temores de uma nova escalada na guerra comercial, minando o otimismo que marcou o início do mês nos mercados da região.
O tema ganha ainda mais relevância nesta semana, com líderes políticos e empresariais reunidos em Davos, durante o Fórum Econômico Mundial, onde investidores acompanham atentamente qualquer sinalização sobre política econômica, comércio internacional e riscos geopolíticos.
Em paralelo, a atenção do mercado também se volta para os Estados Unidos, onde a Suprema Corte deve julgar a legalidade das tarifas impostas por Trump ainda nesta terça-feira.
No noticiário corporativo, as ações da Renault Group subiram 1,2% após a montadora francesa informar um crescimento de 3,2% no volume de vendas em 2025. Já no setor de luxo, a LVMH recuou 2,2%, pressionada pelas declarações de Trump, que ameaçou impor uma tarifa de até 200% sobre vinhos e champanhes franceses como forma de pressionar o presidente Emmanuel Macron a aderir à sua iniciativa no Conselho da Paz.
Entre os indicadores econômicos, dados recentes apontaram para um enfraquecimento do mercado de trabalho britânico. Bem visto pelos traders, a desaceleração do crescimento salarial, reduz a pressão inflacionária e abre espaço para uma postura mais flexível do Banco da Inglaterra, atualmente cauteloso com a persistência da inflação.
No cenário macro, a Fitch Ratings estima que a imposição de tarifas adicionais de 10% pelos Estados Unidos poderia reduzir o PIB da Zona do Euro em cerca de 0,5% até 2027. Caso as tarifas avancem para 25%, o impacto seria aproximadamente o dobro. A Alemanha aparece como a economia mais vulnerável, com uma perda estimada entre 0,8% e 0,9% do PIB já no próximo ano.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram esta terça-feira majoritariamente em queda, pressionados pela combinação de incertezas geopolíticas e comerciais entre Estados Unidos e União Europeia, pelo aperto regulatório contra a especulação no mercado acionário chinês e pela convocação de eleições antecipadas no Japão, que reacendeu preocupações fiscais.
Na China, todos os principais índices acionários — Shenzhen
Ao longo da última semana, as bolsas de Xangai e Shenzhen intensificaram a fiscalização, adotando medidas contra centenas de operações consideradas anormais, incluindo manipulação de preços e uso de ordens falsas. Além disso, diversas empresas listadas passaram a ser investigadas por divulgação potencialmente enganosa de informações.
As ações refletem a tentativa dos reguladores de conter o ritmo acelerado de valorização do mercado, após volumes de negociação em Xangai atingirem o maior patamar em uma década. Na semana passada, a China também endureceu as regras para financiamento via margem, reforçando o viés de contenção.
No campo da política monetária, o PBoC manteve inalteradas as taxas de referência para empréstimos (LPR) de 1 ano em 3,0% e 5 anos em 3,5%, como amplamente esperado. Este foi o oitavo mês consecutivo sem alterações.
No Japão, o índice Nikkei
Após dias de especulação, a primeira-ministra Sanae Takaichi confirmou na segunda-feira a convocação de eleições gerais para 8 de fevereiro. Entre as propostas anunciadas, está a suspensão por dois anos do imposto nacional de 8% sobre alimentos, medida que pode reduzir a arrecadação anual do governo em cerca de US$ 32 bilhões.
O impacto foi imediato no mercado de renda fixa. Os rendimentos dos títulos do governo japonês (JGBs) de 30 anos dispararam mais de 30 pontos-base, a maior alta diária desde abril do ano passado, aproximando-se do patamar inédito de 4%.
Na madrugada, o apetite pelos papéis japoneses foi testado em um leilão do Ministério das Finanças, que ofertou cerca de 800 bilhões de ienes em títulos com vencimento em 20 anos. A relação demanda/oferta caiu para 3,19, ante 4,1 no leilão de dezembro, sinalizando menor interesse dos investidores.
Após o leilão, os preços dos títulos aceleraram as quedas, empurrando os rendimentos para níveis históricos. O JGB de 10 anos atingiu 2,35%, maior patamar desde fevereiro de 1999, enquanto o título de 40 anos subiu 26 pontos-base, alcançando o recorde de 4,205%.
Nos demais mercados da região, o Kospi
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